Sua falta me mata aos poucos.
Saber que estás perto e distante ao mesmo tempo, torna tudo pior.
Meu desejo é tão grande que se eu demostrasse a menor parte desse sentimento que nutro não mais agiria como costumo agir, eu sairia dos padrões de normalidade.
Sei de fato que… deixa pra lá… tô com vontade de chorar ao escrever isso.
Eu sinto Falta :( Terça-feira, Mai 31 2005
Uncategorized 8:35 pm
Fatores Domingo, Mai 29 2005
Uncategorized 1:58 pm
- Sábado agitado
- Telefonemas que não chegavam a lugar algum…
- Ella cansada
- Meio gripado!
- Sem querer gastar dinheiro
- Carro disponível somente até as 12:00
Conjunto de fatores que poderiam me deixar mais uma vez em casa em um final de semana. Mas não liguei pras circustancias e fui dar uma volta com os amigos:
Fatores:
- Telefonemas pra confirmar
- Fila no caixa-eletronico
- Na porta esperando
- Compania agradável
- Conversas informais
- Teoria de conspirações
- Lendas urbanas (urg!, tem gente que se diverte com isso).
- Jantar singelo…
- Idéias malucas
- Uma delas realizada.
Fotos de colos , decotes e coisas fartas. Eis o resultado:
Com sorriso
Meus preferidos
Certa Cobiça
Pena que à meio-noite a carruagem virou abobora e o inocente voltou pro castelo.
Pote de sorvete na segunda à noite?
Propaganda gratuita??? Sábado, Mai 28 2005
Uncategorized 12:21 pm
Talvez seja a forma de superar o trauma…

Mais uma vez Sexta-Feira, Mai 27 2005
Uncategorized 8:28 am

Evasivo Quinta-feira, Mai 26 2005
Poesias 3:13 am
Agora toca
São promessas prontas para serem quebradas
Algumas promessas parecem que foram feitas para serem quebradas
Mas são especiais quando são cumpridas
Eu cobro
Eu choro
Eu falho.
Sou falho como todo ser humano, mas às falhas te ensinam e também destroem.
Com a visão clareada, os sentimentos expressos, a Noção de sublimidade…
…Percepção de diferenças.
Seqüência de fatos:
Agir diferente–>ciência que errou–>Lamentar ter errado–>Não voltar, só por orgulho–>Padecer–>Fingir .
Que destino patético “prum” ser tão reluzente.
Eu??? egoísta?
Porque é errado pensar em si próprio, porque tenho de pensar em todos menos em mim?
Então ta.
Numa fase totalmente egoísta. Pensando em um mundo que pode não ser o ideal, mas que me faz bem pra porra!
Tesão! Terça-feira, Mai 24 2005
Poesias 6:47 am
Dentro do carro em movimento:
Boca molhada
vontade…
Moder os (próprios) lábios
verdade
toque na perna
carinho no joelho
Segurando as mãos,
acariciando os dedos
(troca de marcha sem soltar as mãos)
sorrisos
toque na nuca
beijo no pescoço
chupada no lobulo
suspiro de prazer
olhares de cobiça
Constante o contato, ainda que discreto
Volume crescendo, [acabou discrição]
Dedinho no umbigo
quanta libido
menção de beijar
olhar de matar
me chama
vem cá
me beija,me beija.
me solta,me solta
ou eu bato o carro!
boca molhada
que beijo gostoso
vem faz de novo
Fora do carro em lugar social:
Sorrisos e olhares
braço no ombro
conversa informal
Olhar fatal
elevador ou escada?
- escada…
abraço gostoso
Faz de novo
Me dá atenção Segunda-feira, Mai 23 2005
Poesias 12:17 pm
A retina que não me pertence sempre tenta alcançar o signo digitado por outro
outros
E que silencio é esse?
“Onde estamos? quem somos porque viemos? pra onde vamos?”
Perguntas sem respostas das quais eu queria, mas que você nem se dá ao trabalho de responder ao menos por educação…
Pra algunsum toró de pesamentos
envolto pelos momentos
como esse
como aqueles
como os vividos e jamais esquecidos
então…
IRREAL Domingo, Mai 22 2005
Crônicas 2:11 pm
Outra vez…
A magia circundava o horizonte escurecido. A frescura apaziguava o odor desconhecido. Um duende? Uma bruxa? Aparentemente alguém normal, com uma conversa sobrenatural.
NaTuRaL…
Outra vez…
Distração, deixei-me levar. Ostentação, quis sufocar. Mas a magia era real. O assunto que agora parecia natural conquistou-me com um semblante de alguém pouco normal.
NaTuRaL…
Outra vez…
Aprendi com as palavras de uma diva, a “soberana”, que como louca, parecendo saber tudo mais dizendo saber pouco, demostrou-me num só sopro que a verdade das palavras, mesmo antes camufladas, mesmo que equivocadas se faz durante a caminhada num pé roxo de andar sobre fétidas calçadas.
“Nada acontece por acaso… Não existe coincidência, mas sim providência”
Não sabia o que sei. Nem sei se sei o que sei. O saber torna ambíguo quanto a direção a seguir. Na inocência o desvio faz-se durante o caminhar, mas sabendo-se o caminho, não se pode mais errar. Mostrou-me uma direção, talvez me dê orientação, mais o prender-se a este plano, sem saber o quão insano é o futuro promissor, talvez cause angústia, talvez cause dor. A diva-bruxa em sua sandice, me parecendo tolice, nas verdades e nas crendices, conseguiu me distorcer.
NaTuRaL…
Outra vez…
As linhas contam tudo. Elas mostram o veludo no andar de quem teceu. Tu as lestes, acertastes, equivocastes, contrastes… A diva-bruxa, a bruxa-diva. A quem eu devo o prazer do momento, a quem eu chamo, a quem eu trago. Cabeça natural, pensamento anormal. Sentimento fugaz, que foge e que traz nas andanças de um veterano, que no sujo da “rede”, conheceu a quem atesta ser positiva a reação. Energia positiva… Mas a alma é negativa… Minha alma… a que está por dever e nunca, jamais por querer.
Outra vez… NaTuRaL.
AnoRmAl… – Tradução do sentimento que agora realmente nutro por ti.
– odeio a distancia!
Inferno! Sábado, Mai 21 2005
Uncategorized 5:26 pm
Porque não eu? Sábado, Mai 21 2005
Uncategorized 4:13 am
So far away
Vinho à beça na cabeça
Eu que sei
Quando ela insiste em beijar
Seu travesseiro
Eu me viro do avesso
Eu vou dizer aquelas coisas
Mas na hora esqueço
Por que não eu?
Por que não eu?
Eu encomendo um jantar
Só pra nós dois
Se não tem nada depois
Por que não eu?
Você tá nessa rejeitada
Caçando paixão
Eu com a cara mais lavada
Digo: porque não

Não… pó parar!