Coisas pequenas Sexta-Feira, Out 30 2009 

Não é um problema que me tira a paz.
Na verdade , todos os problemas existentes, sozinhos não chegam nem mesmo a incomodar…
Mas essas pequenas indisposições,
essas pequenas fagulhas que totalizadas viram um grande incêndio.

Houve quem julgou que eu estava infeliz.
não, nem tanto!
Apenas julgamento de alguém que não podia enxergar o todo.
Alias, a distância também contribui para que essa visão fique um tanto quanto deturpada.
Admito, a distância é um desses pequenos incomodos dos infinitos que existem.

Eu queria férias, não do trabalho, mas de mim mesmo.
dos outros
da rotina
do dia-a-dia…

Pegar um avião e sumi…

Muro de silêncio Quinta-feira, Fev 26 2009 

Isso não é bom…
quando nos calamos só para não discutir, acabamos levantando um muro maior.
Maior que as vidraças que quebraríamos, se jogassemos pedras um no outro.
Não quero dizer com isso que o melhor é discutir…
mas buscar um equilíbrio, entre esses dois extremos.

Idiotas Sexta-Feira, Jan 11 2008 

A diferença entre um adulto e um idiota quando comentem o mesmo erro é meramente de percepção.

Do idiota você tem vontade de rir, do adulto você infelizmente fica com aquela atitude de “não era bem o que eu esperava”.
Mas uma coisa é fato, depois disso o adulto e o idiota passam a ser a mesma coisa.
Afinal, deve ser de família.

Eu sou assim Quinta-feira, Mar 16 2006 

“Nem metade do que fui, mas bem melhor do que um dia estive”

Eu???

Sou complicado, dificil de se aturar, mas garanto que vale a pena.

Posso dizer que sou meu maior crítico. Alguns diriam que sou muito sério e brabo… outros me acham um tremendo palhaço.
Não sou uma pessoa de meio termos… sou de extremos… ou eu amo ou eu odeio…
As vezes (e só as vezes) não sei mentir.

… Emburro quando não estou satisfeito,sou muito ciumento, gosto de dançar e de comer chocolate. Política não me apetece, mas também não me aborrece.
Eu não aceito infidelidade.

Desanimo facilmente quando não vejo resultados, mas estou trabalhando nessa area.
Amo meus sobrinhos , mas não gosto de crianças.
Canto pra ficar feliz e finjo estar pra não entristecer quem está perto [quem disse que consigo disfarçar?].

Gosto de ser paparicado, sou muito orgulhoso , tenho reações imprevisíveis.

Tenho receio da solidão,
Medo de rejeição
e pavor de envelhecer.
Não sei perder!!!! – mas disfarço legal
Não Gosto de pizza (estranho ne?).

Magoei pessoas que mereceram.
(mas ainda assim me arrependo).
Amei pessoas que não mereciam.
(mas ainda assim não me arrependo).

Minha saúde não é das melhores.
Não sei contar piada, mas gosto de fazer as pessoas rirem.
Sou cinéfilo… tarado por umbigos… Louco por colo de mulher (me refiro aquele conjunto de ombros, ante-braço e seios) Adoro um pescoço destacado com um belo colar.

Quando gosto de uma musica o repeat fica ligado por umas três semanas.
Sou exagerado!!!

Nunca quebrei um osso, mas já quebrei muito a cara.
Já fui operado.
Não gosto de visitar doentes.
Não vou em velorios.
Já chorei, ri e lamentei casamentos.

Já fui usado, já usei, já fiz chorar, já chorei.
As vezes sou cruel, falo pra machucar de propósito.
As vezes sou mau.
As vezes chego a ser péssimo.
As vezes sou legal. Tão legal que chego a ser besta.

Gosto de reticências …
Odeio pontos finais.
Pontos finais são chatos… Reticências são complicadas…
Eu?
Sou desconfiado, mas acabo sempre acreditando nos outros.
Nunca usei drogas… mas sou viciado em um monte de porcaria.

Não sei dizer “NÃO”
Fico supreso quando recebo um “SIM”!!!

Pra finalizar admito, sou meio esquentado, mas dá pra levar.
Fora tudo isso, um cara carismatico, cômico, e claro: dramatico!
Por vezes carente, outras estupido… às vezes apático, na maioria simpático.
Sempre modesto!!!!
Nem sempre de bem com a vida, mas eternamente apaixonado por ela.
Paradoxal.
Certo do que É, do que QUER e principalmente de PRA ONDE vai.

Vida Pública Domingo, Jan 29 2006 

Ontem passeando pela Ponta Negra comentei a um casal de namorados amigo a respeito deste blog… Eles fizeram uma careta e algumas piadinhas alegando que blogs eram o manual de como me seqüestrar e isso e aquilo, um diarinho virtual e bla-bla-bla. Ela até chegou a comentar que era maior entregação.
Foi quando descobri que sou viciado em blog e que viajo bem longe quando o assunto é esse, comecei a falar de toda rede e ciclos e cultura própria de um blogueiro, o linguajar , os coments.. Enfim essa coisa que só quem tem blog pode entender o significado.
Defendi com frase que não somos adolescentes pondo no ar meu diarinho virtual e sim expondo pra uma seleta rede de pessoas aquilo que guardo aqui dentro, frisei o objetivo de cada blog, quase sempre exposto em seus títulos.
Falei da extinta Bloguemia cabloca , dos blogstars, dos relacionamentos existentes, dos romances vividos … E pasmem
Eles foram irredutíveis.
Mais a frente mudamos de assunto (afinal passei daquela época em que batia na tecla… falo uma vez, não entendeu azar). Quando mudamos de assunto, pude notar que tudo, TUDO pros dois era feio, chato, bizarro, antiquado etc.etc.
Tudo pra ele em sua cidade natal era melhor… E ela (minha nobre índia loira) dava razão a ele.

Eu perguntei se eles chegaram a ver o presépio de natal que havia na Ponta Negra, pois iria comentar como achei criativo terem colocado um presépio com características regionais.

Mas antes de abrir a boca pare terminar a frase, eles desembestaram a falar de como estava cafona e caboclo (numa tonalidade pejorativa pra palavra).
Fiquei calado… Fazia tanto tempo que não à via e eu estava apenas conhecendo o pretendente dela que por várias vezes viu como em Manaus tem muito viado, que as motos Haley Davison são poucas, que Manaus é o fim do mundo, que as coisas aqui são ultrapassadas e.. (ahh melhor parar de lembrar). Ele é uma pessoa legal… Mas pareceu alguém que se sente ameaçado e começa a não deixar terreno pra o acharem menor.
Será que intimei o cara??? Espero que não!
Achei estranho eles não se beijarem, não segurarem as mãos, apenas dizer aquilo que eu já sei
Manaus não tem opção pra sair
E lamentaram isso tantas vezes, mas tantas vezes que eu me senti mal
Porque sinceramente moro nessa cidade e embora ela não tenha opções pra se sair eu sempre me divirto muito … Pois as companhias com quem estou fazem da noite algo memorável, divertida, uma festa!
Os chamei para irmos à casa da Sopa, falei como era o ambiente, rodízio de sopas e tal… E quando fui falar sobre a jarra de água e o prato de rosquinha com pão (como fui besta de falar esse detalhe) eles perguntaram se no pacote tinha direito de usar o WC…

Desisti de tentar salvar a noite.
Me senti um inútil de ver que a minha companhia não era agradável e senti uma especie de pena deles, por ver que eles não serviam pra suprir um ao outro em uma cidade de escassas opções sabadais.
Hoje ao acordar fiquei pensando sobre como minha vida pode ou não ser pública, por conta do meu orkut, blog e fotolog.
E a conclusão que cheguei foi a seguinte:
Minha vida é um livro aberto pra quem quiser ler e ver, bem verdade que certas páginas e fotos desse livro estão criptografadas (não é Selph?) e outras … Bem outras eu mesmo arranquei.

Pobre sequestrador, capaz dele só ter prejuizo e eu ainda emagreço de graça :D

O Cosmo e o Reino Segunda-feira, Jan 16 2006 

Ao terminarem de ler esse texto me acharão um louco, de certo que seja verdade, outros sim, talvez eu me entendesse e não agisse com tantas coisas anormais já que a loucura é antônima de sanidade e são… é que definitivamente não sou.
Começo a destilar essas loucuras exatamente sobre os verbos ser’ e estar’, pois toda vez que uso um deles sofro porque não sei se sou ou estou. Sorte tem os americanos com sua língua tão simples que não diferenciam o ser do estar e cujos símbolos e fonemas são apenas To Be, daí resta à quem ouve e lê designar seu significado.
Não obstante essas pequenas coisas da língua, sofro a dualidade de dois mundos tão opostos entre si que penso aqui residir a causa mor de minha loucura.
Um deles outrora me satisfazia e me protegia e de tão convicto que era e daquilo que tinha eu me sentia, o outro mundo nem curiosidade me fazia. Eu era inocente, mas jamais ignorante, sabia o que havia do outro lado e não nego que algumas coisas passavam tão perto de mim que podia até sentir o cheiro, e ele me dava náuseas.
Outro assunto que preciso explanar para que a minha loucura seja entendida (que paradoxo) é a proteção. Deveras que seja necessária, mas será que demais causa danos?
Essa pergunta da modernidade e que desde a antiguidade já sofriam, pouco importa nesse contexto. O fato é que eu preferia sim ser protegido em demasia e isso indica claramente que eu fui mal acustumado.

Não ouse ainda me julgar infantil, pois esse de todos adjetivos é o que mais me revolta.

Permita-me voltar ao assunto… Em um dos mundos de minha dualidade, eu estava totalmente protegido e isso me deixava tão certo do que eu era/estava que por vezes eu mal lembrava do Cosmo, embora, como já dito, pudesse sentir o cheiro, o problema é que cheiros se sentem mas não se vêem, um cheiro qualquer o vento passageiro traz e quando você se pergunta “de onde?”
Nem o sente mais.

Protegido, inocente, mas não ignorante. Eu o era… Eu estava.

Belo dia de minha caminhada não sei quando, jogaram uma pedra em minha muralha de proteção e a vi cair, bem verdade que há algum tempo notara rachaduras mas pareciam tão firmes, hoje sei que as pequenas rachaduras foram brechas para grandes crateras.
O meu mundo sem muralhas me permitia não apenas sentir o cheiro do mundo vizinho, mas também visualizar todo seu horizonte. O cheiro ainda me dava nojo.
Se o cheiro incomodava a paisagem agradava.

Esqueci-me de contar, mas no Reino eu sou Monarca. (ficou fácil entender o porque da proteção???)

Eu olhava o horizonte e o Cosmo parecia mui belo, embora eu soubesse que era totalmente falido, que fosse apenas aparência, mas uma boa aparência.
Eu olhava o meu mundo e via as muralhas caídas enquanto os habitantes do Cosmo tinham grandes fachadas.
Eu olhava os habitantes do Reino e via monarcas com problemas maiores que os meus, e os habitantes do Cosmo festejavam dançando semi-nus.

Aquele cheiro ficava mais forte sem as minhas muralhas e eu fingia que estava tudo bem, nesse ínterim um habitante do Cosmo visitou o Palácio. Como sempre, o tratamos muito bem, afinal trazer habitantes do Cosmo para o Reino é o motivo de nosso maior júbilo. Ele entrava, ceiava conosco e depois se ia, mas sempre voltava e junto com ele aquele cheiro.

Admito que sem as minhas muralhas eu mesmo fui dar uma volta no Cosmo, achando-me protegido pela força de minhas convicções, mas aquele cheiro no mundo não era um mero vento e sim uma fonte consistente que impregnou-se em mim…
Erroneamente achei que voltar correndo pro Palácio me poria em seguro.

Segui com a rotina no Reino e tive o simples serviço de integrar o novo habitante com o restante do Palácio. Ele tinha aquele cheiro em suas roupas e isso no ínicio me incomodava, com o tempo passei a querer lembrar daquele cheiro e estar na compania de quem o tinha era a melhor forma.
Ledo engano!
Fomos juntos no Cosmo e cheiramos aquele aroma.

Pouco a pouco não consegui mais exercer minhas atividades monárquicas, meu serviço não rendia, minhas decisões eram equivocadas e vi que para o bom andamento do Reino eu devia abdicar.
Passei a ser um sem noção no Palácio.
Hoje minhas ruínas continuam no chão e eu praticamente moro no Cosmo, pois almoço, janto e durmo lá, apenas vou ao Palácio ver e ser visto.
O cheiro agora me é próprio e exala por mim.
E o meu dilema é exatamente esse…

Mudar-me oficialmente pro Cosmo ou trancar-me em uma masmorra de marfim enquanto minhas muralhas são restauradas.

Equivocadamente quanto mais conheço o Cosmo, mais sei que me faz mal.
Equivocadamente quando mais conheço o Cosmo vejo que ele é exatamente como me descreveram no Reino.
Equivocadamente quanto mais me envolvo com os Cosmopolitas mais percebo que não sou igual a eles, embora seja bem pior que muitos deles.
Equivocadamente os Cosmopolitas preferem um monarca a um plebeu.
Equivocadamente …

Louco que sou

Trago do Cosmo não só o cheiro , mas também toda ignomínia.
Ser ou estar?
Eu estou no Cosmo mas Sou do Reino.
Louca dualidade da minha vida:
O Cosmo e o Reino

Cansado… Quinta-feira, Dez 22 2005 

Cansado de mim…
de minhas tentativas que não resistem ao tempo.
Cansado do tempo que insiste em passar enquanto eu ainda vivo o que passou.
Cansado de mim…
Cansado das minhas certezas que não me dão segurança e de minhas inseguranças que me tornam tão soberbo.
Cansado de mim e de toda minha filosofia utopica, de imagens e aparência.
Cansado de mim e do pouco que sou
Cansado de lamentar o que queria ser…
Cansado do que fui e queria continuar sendo/tendo e do que ainda sou/tenho.
Cansado de mim…
Frustrado.

É só uma conclusão.

Livros Quarta-feira, Dez 14 2005 

Entrei em uma livraria essa semana, ela se chamava Hei de Escrever, era meio moderna e com prateleiras muito bem divididas por assuntos, embora esses assuntos fossem meio diferentes daqueles que estamos acustumados a ver.
Não continha Ficções, romances ou filosofias.
Entrei primeiro no corredor dos Lamentos e vi obras como “Esperavam que eu fosse, mas eu não fui”, era uma história muito revoltada sobre um filho cujos pais pensavam mil coisas dele e pra ele, mas ele por puro orgulho e tristeza não foi nada daquilo esperado… Ele foi muito mais do que esperavam , em todos os sentidos sejam bons ou ruins.
Outro livro me chamou muita atenção. Contava a estória de um adolescente apaixonado sempre pela menina errada, mas que pra cada erro escrevia um belo poema. Havia um livro muito grosso chamado “Montanha Russa de Sentimentos” , mas me deu um pouco de naúseas ao começa-lo a ler.
No corredor dos Grandes Amores, havia apenas um livro. chamado “Nossa História” e achei engraçado que a primeira frase era também a ultima que dizia “Parece que o destino das grandes histórias é ter um final banal”. E foi verdade a obra continha uma linda e perfeita Historia de amor que terminou de forma tão banal = ( banalissima pra dizer verdade…
Havia uma prateleira com livros muito bizarros, um em especial parecia sinopse de filme de terror , não tive a coragem de folhear ele por inteiro, mas no trecho que li o assassino tinha nas mãos a chance de matar quem era pra amar, mas preferiu deixa-la viver só pra vê-la sofrer… horrivel!
Outros continham trechos eróticos , alguns umas passagens liturgicas, havia um único e ralo livro sobre politica que pareceu-me pregar a anarquia, mas no final em sua última linha continha o termo “Teocracia”
Continuei a folhear muitos e muitos livros lendo sempre sua primeira linha e sua última frase.
Encontrei um muito triste que me encheu de profundo pesar, falava sobre Dúvidas e Certezas. Alguns poucos livros poderia considerar como romances, mas estavam classificados como Contos que nao Contam.
Livros com títulos estranhos que não me suscitaram mexer na prateleira mas cujos títulos trouxe comigo: “O Trigo, o joio e a mostarda”; “Ser ou Fui?”; “Participio perfeito”; “Principes”; “Uma utopia possível”; “Descaso”…

O velho senhor que nem mesmo levantou os olhos quando entrei na loja se dirigiu a mim e perguntou?

– Gostou de algum?
- De muitos senhor…
- Escolhes um e podes ficar como presente de natal.

Puxa!!! e agora, como escolher entre tantos livros que me chamaram atenção???
Sugeri que ele o escolhesse… o velho sorriu e puxou um livro e ainda sorrindo me entregou. Eu lamentei pois o achei tão banal, o velho notando meu desdém, disse:

– De todos os livros somente esse não te frustraria, qualquer outro tu irias odiar.
- Porque? perguntei curioso.
- Todos os demais livros que tu folheaste não foram terminados … o meio quase todo esta em branco, mas como tu olhas somente o inicio e o fim, pensou que estivessem completos. Somente esse está completo.

Peguei alguns livros e os abri no meio, e não é que o velho estava certo, as folhas estavam quase todas em branco, embora eu olhasse e pudesse entender tudo que o livro quisera expressar.
Então perguntei:

– Porque só esse está completo?
O velho novamente sorriu.
- Ele também não esta completo meu jovem, ele não está… O que se lê nele foi o que aconteceu… mas notas as ultimas 4 folhas?
- Sim – haviam 4 folhas brancas depois da última frase.
- Nelas Tu escreverás o que há de acontecer.

Fui embora com o livro na mão.
Li e reli várias vezes e embora vibrasse no meio sempre me frustrava ao final…
E as vezes, só as vezes eu lembrava que ainda restavam 4 folhas em branco.
Eu poderia usa-las para anotar telefones de mulheres que conheci por ai
ou pra fazer meus cálculos de quanto devo a alguém…

Aquelas ultimas 4 folhas …
Eu poderia escreve-las
Eu posso escreve-las
E me pergunto se Eu Hei de Escrever.

Liberdade e Maturidade Terça-feira, Dez 6 2005 

E foi dito após um elegante termino de relacionamento:

- Curta sua liberdade.
- Curta sua maturidade.

E quem disse que eles estavam errados?
A liberdade de um poderá ser curtida sem o pesar de antes e a maturidade do outro mantida sem precisar se diminuir.

Então se viram no mesmo local onde se conheceram. Um com sua liberdade (bem usufruida) outro com sua maturidade racional.
Só lembrando:
A liberdade, um dia, há de acabar e a maturidade com tempo aumentar.

Parece que a longo prazo um deles está no lucro.

Agora a moda é terminar Segunda-feira, Dez 5 2005 

Teve uma época em que o casal ficava face-a-face e terminavam, podia haver variantes como alguns gritos, quem sabe lagrimas, talvez discussões…
Depois pegou a moda de se terminar por telefone, anularam as variantes, mas isso parecia uma baita falta de respeito.
Agora a moda são as mensagens estantaneas. É isso ai… aquele seu ultimo sabado não foi muito agradavel? quase nao houve conversas e por fim foram ditas alguma verdades que podiam ser pronuncidas de outra forma?
Agora é só espera ele ou ela aparecer no MSN e terminar.
Pronto!
Continua sendo uma baita falta de respeito, mas é tão mais prático.
Fazer o que né?

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